O sabor indígena: ingredientes amazônicos dão o tom exótico da culinária paraense, em que se destacam o pato no tucupi, o tacacá e a caldeirada (foto).A alimentação indígena tinha como alicerce a mandioca, na forma de farinha e de beijus, mas também de frutas, pescado, caça, milho, batata e pirões e, com a chegada dos portugueses, do inhame trazido da África.
Todos os povos indígenas conheciam o fogo e o utilizavam tanto para o aquecimento e a realização de rituais quanto para preparar os alimentos.E uma delicia de Culinaria.
BUSCAPÉ
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
sábado, 22 de dezembro de 2012
Pernil Natalino uma Delicia
Pernil de Natal recheado com alho e bacon
Já fiz várias receitas com pernil , até outro pernil de Natal, e já postei aqui mas este foi o pernil mais delicioso que já fiz na vida. Vale a pena fazer...
1 pernil dianteiro de aproximadamente 6 quilos
150 g de bacon defumado, em cubos médios
20 dentes de alho descascados e inteiros temperados com 1 pitada de tempero caseiro, molho de alho e shoyu.
4 colheres, das de sobremesa, BEM cheias de tempero caseiro
10 folhas de sálvia, grosseiramente picadas
8 ramos de tomilho, grosseiramente picados
3 ramos de salsinha, grosseiramente picados
1 cenoura em cubos
1 cebola em cubos
3 pimentas ardidas, frescas e picadas
250 ml de vinho branco seco de boa qualidade
350 ml de água filtrada
80 ml de azeite
1 pacote de bacon fatiado
frutas para decorar
Descasque e tempere os dentes de alho. Deixe descansar por meia hora.
Limpe bem o pernil, retirando toda a gordura aparente, perfure com a ponta de uma faca afiada e coloque 1 dente de alho e 1 pedaço de bacon em cada furo.
Passe o tempero caseiro por todo o pernil e o coloque em um saco plástico grande e resistente ( eu peço para o meu açougueiro).
Faça uma marinada com o vinho, a água, o azeite, as ervas, a cebola e a cenoura.
Despeje essa marinada dentro do saco plástico que está o pernil, feche bem a boca do saco e coloque em uma assadeira, dentro da geladeira.
Deixe o pernil na geladeira por 48 horas, virando o saco a cada 6 horas.
Retire o pernil do saco plástico e coloque em uma assadeira com a parte alta (com mais carne) voltada para baixo. Despeje o caldo, os legumes e as ervas da marinada nas laterais da assadeira, não deixando cair sobre o pernil.
Asse em forno médio, coberto com alumínio, por 4 horas, virando na metade do tempo.
Retire o alumínio, regue a carne com o caldo da assadeira, aumente o fogo para o máximo e deixe até ficar corado, regando 2 ou 3 vezes.
Retire o pernil do forno, acomode as fatias de bacon, formando uma teia, escorra o caldo, reservando em uma panela, e volte o pernil para o forno alto. Asse até o bacon ficar crocante.
Enquanto o bacon seca, leve o caldo ao fogo e deixe reduzir até ficar encorpado. Se achar necessário acrescente água ou engrosse com farinha de trigo. Passe pela peneira e sirva quente.
Sirva o pernil recheado com alho e bacon com frutas frescas e o molho feito com o caldo do cozimento.
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
Cuzcuz Prato Tipico do Nordeste
Cuscuz é um prato originário do Magrebe (região do norte de África) que consiste num preparado de sêmola de cereais, principalmente o trigo. No Brasil, pode ser feito à base de farinha ou polvilho, de milho, arroz ou mandioca. Salgada e levemente umedecida, a massa é posta a marinar para incorporar o tempero. Daí, tem a sua cocção pela infusão no vapor. Pode ser incrementado com outros ingredientes, como é o costume do sudeste do Brasil, ou apenas ir acompanhado de leite, ovos, manteiga ou carne-de-charque, como é a preferência no nordeste. O cuscuz preparado no cuscuzeiro pode ser de milho, carimã e tapioca, iguaria muito comum no Nordeste do Brasil, encontrado comumente na Feira de São Joaquim em Salvador.
Além do Brasil, o cuscuz também é consumido em outros países da América Latina. A Portugal acredita-se que chegou no reinado de D. Manuel I (1495-1521), sendo mencionado na obra de Gil Vicente. A grafia francesa cuscos, é frequentemente usada para todas as variações deste prato em livros de culinária europeus.
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
Cozinha Caseira
A culinária caseira está ligada a muitos costumes herdados de nossos antepassados, e que provavelmente serão seguidos por outras gerações.
O cheirinho de comida caseira é irresistível e inevitavelmente nos traz boas lembranças, proporcionando um sabor especial.
Além disso, a culinária caseira simboliza a união, o encontro familiar à mesa aos finais de semana, que rendem muitas histórias e boas risadas.Ninguém resiste a uma comidinha caseira? Principalmente aquela feita pelas nossas mães e avós. Só que na maioria das vezes não moramos mais com as mães e não temos tempo de cozinhar, ainda, mas quem tem que trabalhar e estudar. Então que tal aprender fazer receitas super fáceis e muito gostosas. O arroz e feijão, nós amamos e sabemos fazer, mas às vezes dá aquela vontade de comer coisas diferentes e gostosas e que não nos tome muito tempo.
O cheirinho de comida caseira é irresistível e inevitavelmente nos traz boas lembranças, proporcionando um sabor especial.
Além disso, a culinária caseira simboliza a união, o encontro familiar à mesa aos finais de semana, que rendem muitas histórias e boas risadas.Ninguém resiste a uma comidinha caseira? Principalmente aquela feita pelas nossas mães e avós. Só que na maioria das vezes não moramos mais com as mães e não temos tempo de cozinhar, ainda, mas quem tem que trabalhar e estudar. Então que tal aprender fazer receitas super fáceis e muito gostosas. O arroz e feijão, nós amamos e sabemos fazer, mas às vezes dá aquela vontade de comer coisas diferentes e gostosas e que não nos tome muito tempo.
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Tapiocas Recheadas
Tapiocas Recheadas.As tapiocas têm uma grande historia, elas surgiram através do biju que é somente o polvilho, mas já as tapiocas foram uma criatividade da culinária brasileira nordestina que se encontra no Brasil todo e com vários tipos diferentes de recheios e muitos são uma delicia quanto doce quanto a salgada e algumas com os dois como, por exemplo, a de coco, manteiga e queijo que é uma delicia, fora as outras combinações como chocolate com morango, carne seca com catupiry, e você também pode estar fazendo a sua combinação e agora veja alguns sabores deliciosos de tapiocas recheadas.
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
Culinaria Mineira
A culinária mineira é realmente uma das mais ricas
e completas do País. Talvez você não saiba o porquê.
É simples. A história vem desde o século 18. Enquanto
alguns estados, como Paraná e São Paulo, já se
preocupavam com grandes plantações para garantir
o abastecimento da população, em Minas Gerais fervia
a busca ao ouro e as pedras preciosas. Era o tempo dos
grandes desbravadores.
sábado, 8 de setembro de 2012
Culinaria Arabe
História
Originalmente, os árabes da península Arábica baseavam sua alimentação numa dieta de tâmaras, trigo, cevada, arroz e carne, com pouca variedade e uma ênfase em produtos similares ao iogurte, como o labneh . À medida que os povos semitas indígenos da península se expandiram pelo Oriente Médio e pelas regiões vizinhas, seus gostos e ingredientes também variaram.[editar]Ingredientes dos árabes
Carne: carneiro e frango são as mais usadas, enquanto carne bovina e de camelo também são usadas com menor intensidade, juntamente com outros tipos de pássaros e, nas áreas litorâneas, peixes. Carne de porco nunca é comida - para os árabes muçulmanos é tanto um tabu cultural quanto é um alimento proibido sob a lei islâmica, enquanto os cristãos árabes também evitam o alimento, possivelmente por não ter desenvolvido o gosto por ele.
Laticínios: amplamente utilizados, especialmente as variedades do iogurte e o queijo branco. Manteiga e creme de leite também são utilizados sem cerimônia.
Ervas e especiarias: mentae tomilho (frequentemente numa mistura chamada de za'atar) são muito disponíveis e usados constantemente; as especiarias são menos utilizadas do que na culinária indiana, porém a quantidade e os tipos geralmente variam de região para região. Algumas das ervas e especiarias utilizadas são o gergelim, o açafrão, o açafrão-da-índia, o alho, o cominho, a canela e o sumagre. Uma mistura de especiarias muito comum é o baharat.
Bebidas: bebidas quentes são mais consumidas do que as frias; o café ocupa o topo da lista, especialmente nos países do golfo Pérsico, embora o chá seja servido na maioria dos países árabes. No Egito o chá é a bebida mais importante.
Grãos: o arroz é um alimento básico, usado para a maior parte dos pratos, e o trigo é a principal fonte usada nos pães, também muito consumidos. O bulgur e a semolina também são muito utilizados.
Legumes: as lentilhas são amplamente consumidas, juntamente com as favas e o grão-de-bico.
Frutas e outros vegetais: esta culinária também utiliza muito diversos vegetais, como por exemplo o pepino, a berinjela, abobrinha, o quiabo, a cebola além de frutas, especialmente as cítricas. Estes vegetais costumam ser usados como temperos ou entradas. Azeitonas são importante na culinária árabe, juntamente com tâmaras, figos e romãs.
Nozes: pinhões, amêndoas e pistaches são muito consumidos.
Folhas verdes: a salsa e a hortelã são populares como temperos em diversos pratos, enquanto o espinafre e o córcoro (chamado de molokhia, em árabe) são usados noutros.
Molhos: os mais populares incluem diversas combinações de azeite, suco de limão, salsa, alho e tahini (pasta de gergelim). Olabaneh, uma espécie de iogurte mais fino, costuma ser temperado com hortelã, cebola e alho, e servido como molho em diversos pratos.
Muitas das especiarias utilizadas na culinária árabe também são usadas com ênfase na culinária indiana; isto é resultado de um comércio intenso ocorrido historicamente entre as duas regiões.
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