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quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Tapiocas Recheadas

Tapiocas Recheadas.As tapiocas têm uma grande historia, elas surgiram através do biju que é somente o polvilho, mas já as tapiocas foram uma criatividade da culinária brasileira nordestina que se encontra no Brasil todo e com vários tipos diferentes de recheios e muitos são uma delicia quanto doce quanto a salgada e algumas com os dois como, por exemplo, a de coco, manteiga e queijo que é uma delicia, fora as outras combinações como chocolate com morango, carne seca com catupiry, e você também pode estar fazendo a sua combinação e agora veja alguns sabores deliciosos de tapiocas recheadas.

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Culinaria Mineira


CULINARIA MINEIRA

     A culinária mineira é realmente uma das mais ricas
e completas do País. Talvez você não saiba o porquê.
É simples. A história vem desde o século 18. Enquanto
alguns estados, como Paraná e São Paulo, já se
preocupavam com grandes plantações para garantir
o abastecimento da população, em Minas Gerais fervia
a busca ao ouro e as pedras preciosas. Era o tempo dos
grandes desbravadores.

sábado, 8 de setembro de 2012

Culinaria Arabe


História

Originalmente, os árabes da península Arábica baseavam sua alimentação numa dieta de tâmaras, trigo, cevada, arroz e carne, com pouca variedade e uma ênfase em produtos similares ao iogurte, como o labneh . À medida que os povos semitas indígenos da península se expandiram pelo Oriente Médio e pelas regiões vizinhas, seus gostos e ingredientes também variaram.

[editar]Ingredientes dos árabes


Carne: carneiro e frango são as mais usadas, enquanto carne bovina e de camelo também são usadas com menor intensidade, juntamente com outros tipos de pássaros e, nas áreas litorâneas, peixes. Carne de porco nunca é comida - para os árabes muçulmanos é tanto um tabu cultural quanto é um alimento proibido sob a lei islâmica, enquanto os cristãos árabes também evitam o alimento, possivelmente por não ter desenvolvido o gosto por ele.
Laticínios: amplamente utilizados, especialmente as variedades do iogurte e o queijo branco. Manteiga e creme de leite também são utilizados sem cerimônia.
Ervas e especiarias: mentae tomilho (frequentemente numa mistura chamada de za'atar) são muito disponíveis e usados constantemente; as especiarias são menos utilizadas do que na culinária indiana, porém a quantidade e os tipos geralmente variam de região para região. Algumas das ervas e especiarias utilizadas são o gergelim, o açafrão, o açafrão-da-índia, o alho, o cominho, a canela e o sumagre. Uma mistura de especiarias muito comum é o baharat.
Bebidas: bebidas quentes são mais consumidas do que as frias; o café ocupa o topo da lista, especialmente nos países do golfo Pérsico, embora o chá seja servido na maioria dos países árabes. No Egito o chá é a bebida mais importante.
Grãos: o arroz é um alimento básico, usado para a maior parte dos pratos, e o trigo é a principal fonte usada nos pães, também muito consumidos. O bulgur e a semolina também são muito utilizados.
Legumes: as lentilhas são amplamente consumidas, juntamente com as favas e o grão-de-bico.
Frutas e outros vegetais: esta culinária também utiliza muito diversos vegetais, como por exemplo o pepino, a berinjela, abobrinha, o quiabo, a cebola além de frutas, especialmente as cítricas. Estes vegetais costumam ser usados como temperos ou entradas. Azeitonas são importante na culinária árabe, juntamente com tâmaras, figos e romãs.
Nozes: pinhões, amêndoas e pistaches são muito consumidos.
Folhas verdes: a salsa e a hortelã são populares como temperos em diversos pratos, enquanto o espinafre e o córcoro (chamado de molokhia, em árabe) são usados noutros.
Molhos: os mais populares incluem diversas combinações de azeite, suco de limão, salsa, alho e tahini (pasta de gergelim). Olabaneh, uma espécie de iogurte mais fino, costuma ser temperado com hortelã, cebola e alho, e servido como molho em diversos pratos.
Muitas das especiarias utilizadas na culinária árabe também são usadas com ênfase na culinária indiana; isto é resultado de um comércio intenso ocorrido historicamente entre as duas regiões.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Receita Yakisoba

INGREDIENTES:
  • 100 gr de filé mignon
  • 125 gr de macarrão para yakisoba
  • 35 gr de cenoura
  • 35 gr de vagem
  • 35 gr de couve-flor
  • 35 gr de brócolis
  • 50 gr de repolho
  • 50 gr de acelga
  • 2 xícara(s) (chá) de caldo de frango
  • 1/3 xícara(s) (chá) de shoyu
  • 2 colher(es) (sopa) de amido de milho diluido(s)
  • 1 colher(es) (chá) de óleo de gergelim torrado
  • 1/2 colher(es) (chá) de glutamato monossódico
  • quanto baste de pimenta-do-reino branca
  • quanto baste de sal
  • quanto baste de óleo de soja 

Historia Do Yakisoba Culinaria Chinesa


Yakisoba

yakisoba é um prato que tem suas raízes na culinária chinesa e hoje é um dos símbolos da culinária do Japão, principalmente aqui no Brasil. O seu sucesso é tão grande que estimulou alguns fatos interessantes. 

Muitos restaurantes chineses em São Paulo e em outras capitais brasileiras chamam o seu macarrão chop suey de yakisoba, o nome japonês, e todo dia surgem barraquinhas de yakissoba nas ruas para concorrer com o cachorro quente e o pastel, outra influência gastronômica dos chineses. 

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Sushi e Nutriçao



O sushi é um prato da culinária japonesa que possui origem numa antiga técnica de conservação da carne de peixe em arroz avinagrado. O sushi, da forma em que é conhecido atualmente, tem cerca de 200 anos; inicialmente, era vendido em barracas, como comida de rua, numa espécie de "fast food".

O sushi tradicionalmente é feito com arroz temperado com molho de vinagre, açúcar e sal, ao qual é combinado com algum tipo de peixe ou frutos do mar, ou ainda vegetais, frutas ou até mesmo ovo. A tradição japonesa é de servi-lo acompanhado de wasabi.Os principais ingredientes do sushi tradicional, peixe cru e arroz, possuem baixas taxas de gordura, altas taxas de proteína, carboidratos, vitaminas, minerais e omega-3 (nos sushis com peixe). O mesmo não ocorre com o Sushi no estilo ocidental que adiciona cada vez mais ingredientes não tradicionais, tais como maionese, abacate, e creme de queijo.

Peixe, tofu, frutos do mar, ovo e muitos outros recheios usados no sushi possuem alto nível proteico. Vitaminas e minerais são encontrados na maioria dos vegetais e dos frutos do mar usado no sushi. Carne de camarão, por exemplo, é rica em cálcio e iodo, enquanto carne de salmão é rica em vitamina D. Gari e nori, usados para fazer o sushi, são ricos em nutrientes. Outros vegetais embrulhados junto com o arroz também oferecem várias outras vitaminas e minerais. Carboidratos são encontrados no arroz e nos vegetais.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Culinaria Italiana


O sabor acentuado dos pratos italianos requer como acompanhamento um vinho também marcante. Por isso, em geral, o bom vinho italiano é sinônimo de vinho encorpado. O que não significa pouco consumo ou fraqueza dos vinhos brancos.
Os italianos seguem algumas normas na escolha do vinho que vai à mesa. Servem durante a refeição o mesmo vinho que foi usado na preparação do prato. Se foi empregado vinho branco, é este tipo de vinho que estará na mesa. Se foi tinto, a escolha será pelo rosso. Este comportamento, porém, não tem caráter de lei. Aliás, regra fixa não combina com o anárquico e rebelde espírito do italiano.
Há recomendações que podem ser adotadas. Para os pratos de carnes escuras, como a de coelho, cordeiro, cabrito, boi, porco, um vinho tinto encorpado, como o Barolo. Para acompanhar as massas, um tinto de corpo médio, como oChianti. Para aves e peixes, os brancos secos, como o Soave. Em qualquer circunstância, no entanto, o que predomina é o paladar de cada pessoa, que pode subverter totalmente tais indicações.
Existem na Itália mais de 4 mil tipos de vinhos. Os vinhos mais famosos têm "origem controlada", recebendo um certificado de qualidade emitido por órgãos especializados, sistema inspirado no francês. Significa que eles provêm da mesma área geográfica e são produzidos com uva de uma única variedade, às vezes, de um único vinhedo, com controle rigoroso de todas as etapas da produção.
Cada região da Itália produz seus próprios vinhos, em geral, em pequenas propriedades e com métodos artesanais. Nem sempre são vinhos refinados mas têm personalidade própria. São "os vinhos de mesa", feitos para consumo imediato, e bem baratos. Alguns podem ser muito bons.